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GRAL

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Fruto da união entre as freguesias de Avidos e Lagoa, nomeadamente na vertente desportiva, foi fundado há cerca de 60 anos, o LAVIDENSE, clube que foi mantendo a sua actividade baseada nu futebol de onze, em torneios particulares sem nunca se ter oficializado.

Eram jogadores desta equipa, entre outros: Félix “Seto”, os irmãos Américo e José “Carriços”, Fernando Borges, Neca “Cadeireiro”, José Rocha, Hilário Carvalho, Penedo, Dr. Valdemar e irmão José Carlos, Arménio, David “Cantoneiro”, Luis Castelo Branco, Quim “Bisca”, Quim Cerqueira, que se reuniam antes de partirem para os jogos, na barbearia do Sr. Avelino ou na mercearia do Sr. Carvalho.

O primeiro equipamento oficial desta associação, foi confeccionado com boa qualidade, em finais da década de 60, contendo as cores listadas na vertical, azul e amarelo nas camisolas, com calções e meias em azul. De salientar que tal só foi possivel, graças à contribuição semanal dos sócios, com a quantia de 2$50.

Impulsionados pela Revolução de 1974, os jovens das duas freguesias pensaram em fundar um novo clube, vocacionada cada vez mais para a competição, acordando com os sócios e directores do LAVIDENSE a sua proposta, que foi aceite de imediato, terminando assim, a vida desta colectividade, para dar lugar a uma renovada associação.

Após algumas reuniões, no já inexistente “Café Luanda”, foi atribuido o nome à associação que ainda hoje se mantém, Grupo Recreativo de Avidos e Lagoa – GRAL, fundado em Junho de 1975.

Foi definido que as cores oficiais do clube seriam o preto, tendo o branco como alternativa. O emblema, um losango, com as iniciais da associação, a fazer lembrar a Associação Académica de Coimbra.

Desde esta data, o GRAL inscreveu-se em Torneios de Verão, sem nunca ter sido possível, por falta de dinheiro, a inscrição na Associação de Futebol de Braga.

Sócios fundadores do GRAL: nº 1 – José Carlos Rocha Silva; nº 2 – Abílio Moreira Sampaio, nº 3 – Miguel Sousa Carvalho; nº 4 – Joaquim Osório Silva; nº 5 – António Joaquim C. Carvalho Silva; nº 6 – António Santos S. Moreira; nº 7 – António Cândido Viana Ribeiro.

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